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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Mocajuba: Visual da Nova Escola Construída pela Eletronorte através do Conjus











EXTRATOS DE INSTRUMENTOS CONTRATUAIS
Instrumento Contratual: Contrato 4500077832 Contratado: Concrex Ltda. - EPP. Contratante: Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/AELETRONORTE. 
Modalidade: CP-ETC-11-2031. Objeto: Construção da Escola Pólo Nova Aliança, na Comunidade Tambaí-Miri, no município de Mocajuba/PA, em atendimento ao Convênio PIRJUS-002/2010. Valor Total: R$ 1.867.447,35. Data de Assinatura: 2/4/2012.


Dados da empresa que está construindo a obra

CNPJ :01.016.019/0001-99



NOME EMPRESARIAL 
CONCREX LTDA EPP 


TÍTULO DO ESTABELECIMENTO (NOME DE FANTASIA) 
CONCREX 

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE ECONÔMICA PRINCIPAL 
41.20-4-00 - Construção de edifícios 

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS SECUNDÁRIAS 
47.44-0-99 - Comércio varejista de materiais de construção em geral 
42.12-0-00 - Construção de obras de arte especiais 
42.13-8-00 - Obras de urbanização - ruas, praças e calçadas 
43.99-1-05 - Perfuração e construção de poços de água 
42.22-7-01 - Construção de redes de abastecimento de água, coleta de esgoto e construções correlatas, exceto obras de irrigação 

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA NATUREZA JURÍDICA 
206-2 - SOCIEDADE EMPRESARIA LIMITADA 

LOGRADOURO 
R MARCOS FREIRE 
NÚMERO 
70 
COMPLEMENTO 
JARDIM OSASCO II

CEP 
68.742-005
BAIRRO/DISTRITO 
NOVO ESTRELA 
MUNICÍPIO 
CASTANHAL 
UF 
PA 

SITUAÇÃO CADASTRAL 
ATIVA
DATA DA SITUAÇÃO CADASTRAL 
03/11/2005 

MOTIVO DE SITUAÇÃO CADASTRAL 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Hidrelétricas no rio Tocantins são tema de palestra na Semana de Geografia



uhe-TUCURUÍ


Convidado pela coordenação da VII Semana de Geografia: Os Impactos dos novos capitais na região Sul Maranhense, o jornalista e ambientalista Domingos Cezar participou como palestrante da mesa redonda ocorrida na noite de quinta-feira (3) discorrendo sobre o sugestivo e preocupante tema “A construção de hidrelétricas no rio Tocantins e seus impactos ambientais”.


A VII Semana de Geografia, promovida pelos acadêmicos de Geografia, aconteceu no auditório do Centro de Estudos Superiores de Imperatriz, da Universidade Estadual do Maranhão (CESI/UEMA), no período de 30 de abril a 4 de maio. O evento, que contou com a efetiva participação de alunos do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) foi encerrado pelo diretor da UEMA, Expedito Barroso.


O tema “Planejamento territorial nas hidrelétricas do rio Tocantins” teve ainda como palestrante o professor Carlos Leen Santiago e como mediador o professor José Cláudio Monteiro Macena. Temas como “Os impactos dos novos capitais”, “Gestão Ambiental”, “A produção do espaço nas cidades da Amazônia Oriental”, “Novo Código Florestal” e “Ensino, Pesquisa e Extensão na Universidade” também foram amplamente debatidos.


Domingos Cezar explicou que, no seu ponto de vista, a única usina hidrelétrica – embora sem um bom planejamento – de extrema necessidade em face ao déficit de energia na região foi a UHE Tucuruí. “Muito embora esta UHE seja a segunda maior do Brasil, suas eclusas só foram construídas 25 anos depois, o que ocasionou um colapso no sistema de hidrovia no Baixo Tocantins”.


O ambientalista afirmou que o país perdeu milhões de dólares em não aproveitar para sua comercialização infinita quantidade de árvores nobres que poderiam ser aproveitadas pelas indústrias madeireiras. “Toda essa riqueza sucumbiu junto com a cidade de Jacundá e seu distrito Jatobal nas profundezas das águas, no enorme reservatório do lago de Tucuruí”, afirmou Cezar.


Domingos Cezar criticou mais uma vez a hidrelétrica de Estreito a qual, para ele, foi construída sobre pressão política ignorando o laudo inicial do Ibama, que reprovava o EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental) apresentado pela empresa. “Com a pressão de influentes políticos, o EIA/Rima foi aprovado na segunda apresentação e o resultado é esse que conhecemos”.


Entre as mazelas que vão desde a inundação de propriedades rurais, a ilha de São José, considerada a maior do rio Tocantins, a sítios arqueológicos, o ambientalista citou a matança de cerca de 35 toneladas de peixe, mortos por ocasião do funcionamento da primeira turbina da usina. “O evento se constituiu no maior desastre ambiental ocorrido em toda a história do rio Tocantins”, frisou Cezar.


“Como se não bastasse, o governo federal projeta, por intermédio do Ministério das Minas e Energia, a construção da usina hidrelétrica de Serra Quebrada, a menos de 100 quilômetros de Estreito e a 15 de distância de Imperatriz”, lembra Cezar, acrescentando que a implantação desse projeto viria causar enorme impacto ambiental e prejuízos para moradores de Imperatriz, Governador Edison Lobão, Ribamar Fiquene, Campestre, além de São Miguel e Itaguatins, no estado do Tocantins.


O ambientalista frisou que a UHE Marabá só ainda não foi construída porque as águas atingirão parte da ferrovia de Carajás, o que contraria interesses financeiros da toda poderosa Vale S/A. Domingos Cezar, que é diretor-conselheiro da Fundação Rio Tocantins e conselheiro municipal e estadual de Meio Ambiente, conclui afirmando que a redenção da economia da região se dará com a implantação do projeto de hidrovia da bacia Araguaia/Tocantins. (Assessoria);
Fonte: OPROGRESSO
"Veja bem, meu amigo, a consciência é um orgão vital e não um acessório, como as amígdalas e as adenóides."(Martin Amis)

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