[...] É só um blog. Escrevia diários quando menina, achei que cabia.
Amazônia via Mocajuba
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Mocajuba prende a respiração com a possibilidade de suspensão dos pagamentos do seguro-defeso / governo vence mais uma batalha e STF mantém proibição de pagamentos pelo governo
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Investigação sobre o seguro-defeso, no Marajó.
Atendendo a pedidos, segue nota do Jornal ODiáriodoPará sobre as fraudes no seguro-defeso.Trata-se do Marajó. Mocajuba (PA), não fazia parte dessa operação.
Fraudes causam prejuízos de R$ 18 milhões à União
Depois de 10 meses de investigações, as autoridades conseguiram acabar com um esquema de fraudes na obtenção e concessão de seguro-desemprego destinado ao pescador artesanal, no arquipélago do Marajó, no Pará. As operações denominadas de "Tétis" e "Proteu" chegaram ao fim nesta quinta-feira (25) e revelaram que, em três anos, a União sofreu um prejuízo de mais de R$ 18 milhões.
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Mocajuba: Movimento do Seguro Defeso
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Mocajuba: Relação de Pescadores Artesanais de Mocajuba
Todas eu encaminho ao Ministério Público Federal (PR/PA) via email.
É só o que posso fazer.
O MPF já investiga isso.
Mas eles precisam de fatos.
Provas.
Depoimentos.
Se você quer denunciar siga os seguintes passos:
1. Entre aqui http://www.portaltransparencia.gov.br/defeso/defesolistafavorecidospormunicipio.asp?uf=pa&codmunicipio=150460&Pagina=1
2.Viu? Aparece o nome de todo mundo que recebe na cidade.
Confirme se a pessoa que você quer denunciar está na lista. Clica em baixo onde está escrito PRÓXIMO.
3. Mande um email com todos os detalhes: nome, onde mora, o que faz para o seguinte endereço.
4. Pronto.
- fraude em folha de pagamento;
- superfaturamento de compras;
E quanto mais denúncias, mais rápido os responsáveis são punidos.
Faça sua parte!!
O dinheiro é público e o melhor fiscal é o povo.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Pará: Registro de Pescadores
Sob a coordenação direta da Superintendência da Pesca no Pará, tendo à frente seu titular Carlos Alberto Leão e a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará, por meio de seu secretário Henrique Sawaki, foi realizada na manhã da sexta feira, dia 23, uma reunião no auditório da Sepaq com o objetivo de debater os diversos problemas que vêm atravancando o setor pesqueiro no estado. A primeira providência foi a criação de um Comitê de Desenvolvimento da Pesca e Aquicultura, que reúne os principais municípios do Marajó e Baixo Tocantins, num total de 15, que são responsáveis por mais de 50% dos pescadores no estado. A palavra de ordem que motivou a reunião, disse o superintendente Alberto Leão, foi o "registro dos pescadores", citando números e garantindo que, a partir de agora, a SEAP, que continuará responsável pela emissão da Carteira, só poderá fazê-lo com o aval da referida comissão. Esta comissão é formada por representantes de nove municípios do Marajó e mais de Cametá, Tucuruí, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Breu Branco e Moju, que perfazem mais de 10% da população paraense, devendo-se salientar que todos estiveram presentes, seja através dos secretários de pesca dos municípios, presidentes de Associações ou de Colônias. Na mesa que conduziu os trabalhos, além do superintendente da pesca no Pará, Alberto Leão e do Secretário da Sepaq, Henrique Sawaki, estiveram, ainda, a Promotora de Justiça, Joana Coutinho e o representante da Emater, Fabricio Marçal.
O registro de pescadores teve um crescente e assustador número conforme revelou o superintendente Alberto Leão: Em 2007 eram 82 mil registros; em 2008, juntaram-se mais 30 mil; em 2009, mais 35 mil; em 2010, mais 82 mil registros, o que totaliza hoje mais de 230 mil registros de pescadores de posse da Carteira, que é o passo inicial para obter o seguro defeso ou desemprego. Hoje, segundo dados do Ministério do Trabalho e da Caixa Econômica Federal, que é o agente pagador, depois do recadastramento, existem no Pará cerca de 110 mil pescadores que já receberam o seguro, neste ano.
Fonte: http://limoeirense.blogspot.com/2011/09/pesca-pente-fino-em-15-municipios.html
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Ministério da Pesca divulga os nomes dos pescadores e pescadoras
Mocajuba: Polícia Federal avança nas investigações sobre as fraudes no seguro-defeso
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Pará e Baixo-Tocantins: Os números oficiais de pescadores e os dilemas da pesca
Diferente do que informa a reportagem de O Diário, repicada na última postagem da blog, Cametá possui 15.634 pescadores no cadastro oficial do governo federal.
Abaixo os dez municípios com maior número de pescadores cadastrados:
Isso é uma questão séria. Mas séria do que se pode supor.
Pará
Desde o final de 2010, as carteiras estão suspensas, após a apreensão pelo MPF de milhares de carteiras irregulares, que revelaram um esquema de fraude para beneficiar pessoas que não exercem a profissão de pescador, mas que utilizavam o documento para receber o seguro-defeso, concedido a pescadores no período de proibição da pesca, além de outros benefícios que a categoria tem direito a partir do cadastramento no MPA.
Os verdadeiros pescadores que ficaram prejudicados com a suspensão da emissão das carteiras exigem providências para que o documento seja distribuído apenas a quem realmente vive da pesca no Pará. Além do seguro-defeso, a carteira do MPA é necessária para os pescadores pedirem outros benefícios, como licença-maternidade, auxílio-doença, pensão e aposentadoria.
José Aguinaldo de Aragão, Marioney Lima e José Fernandes Barra, presidentes das colônias de pescadores dos municípios de Baião, Almeirim e Cametá, respectivamente, afirmam que estão preocupados com o recadastramento realizado pelo MPA pois, segundo estas lideranças, há pessoas fazendo recadastramento paralelo ao MPA e ainda cobrando entre R$ 100 e R$ 500 para emissão de carteiras de pescador. Eles asseguram que este fato já foi comunicado ao MPA.
Os pescadores explicam que, com a apreensão das carteiras, realizada pela Polícia Federal e pelo MPF na Superintendência da Pesca e de documentos e equipamentos nos escritórios do ex- superintendentes do Trabalho e da Pesca no Pará, Fernando Coimbra e Chico da Pesca, atualmente deputados estaduais pelo PDT e PT, os pescadores que realmente sobrevivem da atividade foram os únicos prejudicados, já que os benefícios destinados à categoria também foram suspensos, pois só podem ser requeridos com o documento atualizado.
“Estamos enfrentando muitos problemas com os pescadores nas colônias, pois os colegas pescadores acreditam que é negligência dos presidentes das colônias, que não conseguem as carteiras, por isso, queremos que o MPF nos ajude”, afirma o presidente da colônia Z-34, em Baião, Aguinaldo Aragão.
Os pescadores admitem que o controle dos reais pescadores não é fácil, mas eles asseguram que são contra as irregularidades e a favor do novo recadastramento e que as investigações sobre as fraudes no seguro sejam concluídas e os culpados pelos crimes punidos. No entanto, eles cobram medidas urgentes para que a categoria não fique prejudicada. O MPA ficou de se manifestar hoje sobre o assunto.
Somente em Baião, ressalta José Aguinaldo de Aragão, há solicitação de 1.520 carteiras e mais duas mil renovações. Aragão garante que, apesar da ação da PF e do MPF, as irregularidades continuam e já foram denunciadas tanto ao MPF quanto à Superintendência Regional do Trabalho. Em Baião, os pescadores afirmam que constava no cadastro do MPA um total de 11 mil pescadores e que com o recadastramento realizado entre 1º de setembro e 8 de outubro de 2010 esse número caiu para 7.100.
Em Cametá há cerca de nove mil no cadastro, mas o número anterior era de 14 mil.
Em Almeirim, são cerca de quatro mil recadastrados e antes eram quase sete mil.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Pará: Seguro Defeso
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Seguro Defeso: Mocajuba pode perder milhões
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A economia do município, naturalmente, sente o impacto desses recursos. São mais de 30.240.000. Isso mesmo: mais de trinta milhões de reais em benefícios diretos, contínuos, anuais.
Para ficar claro: são quatro os meses que os pescadores não poderiam realizar suas atividades e por isso recebem um salário mínimo por mês – o que totaliza mais ou menos dois mil reais por pessoa por ano.
É isso. Mais de 30 milhões. Não ?
Imaginemos que grande parte das pessoas não consiga comprovar, via notas fiscais, a venda do pescado ou não tenham recolhido a contribuição previdenciária. Ou ainda, não estejam vivendo exclusivamente da pesca e "caiam" na rede (com trocadilho mesmo) do governo federal.
Ainda bem que outras atividades estão chegando na cidade, como por exemplo, os benefícios do Programa Nacional de Reforma Agrária, através do INCRA, que beneficia as as comunidades das Illhas. Se o recurso do fomento (acho que 3.600 reais) for usado na cidade, como determina o INCRA, será um valor bem significativo que circulará no comércio e na economia da cidade.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Governo muda regras para carteira de pescador profissional
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
A prévia do seguro-defeso em Mocajuba
| Mocajuba-PA - Quadra de Esportes Irmã Vieira Foto: Carmen Américo |
O QUE É?
É uma assistência financeira temporária concedida ao pescador profissional que exerça sua atividade de forma artesanal, individualmente ou em regime de economia familiar, ainda que com o auxílio eventual de parceiros, que teve suas atividades paralisadas no período de defeso.
REQUISITOS PARA REQUERER O BENEFÍCIO
Terá direito ao Seguro-Desemprego o pescador que preencher as seguintes condições (Habilitação):
I - Ter registro como Pescador Profissional devidamente atualizado no Registro Geral da Pesca - RGP como pescador profissional, classificado na categoria artesanal, emitido pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República - SEAP/PR, com antecedência mínima de 1 (um) ano da data do início do defeso;
II - Possuir inscrição no Instituto Nacional do Seguro Social - INSS como segurado especial;
III - Possuir comprovação de venda do pescado a adquirente pessoa jurídica ou cooperativa, no período correspondente aos últimos doze meses que antecederam ao início do defeso;
IV - Na hipótese de não atender ao inciso III e ter vendido sua produção à pessoa física, possuir comprovante de, pelo menos, dois recolhimentos ao Instituto Nacional do Seguro Social - INSS em sua própria matrícula no Cadastro Específico - CEI, no período correspondente aos últimos doze meses que antecederam ao início do defeso;
V - Não estar em gozo de nenhum benefício de prestação continuada da Previdência Social, ou da Assistência Social exceto auxílio-acidente e pensão por morte;
VI - Comprovar o exercício profissional da atividade de pesca artesanal objeto do defeso e que se dedicou à pesca, em caráter ininterrupto, durante o período compreendido entre o defeso anterior e o em curso; e
QUANTIDADE E VALOR DAS PARCELAS
A lei garante ao pescador receber tantas parcelas quantos forem os meses de duração do defeso, conforme portaria fixada pelo IBAMA.
O valor de cada parcela é de um salário mínimo.
COMO REQUERER ?
O benefício do Seguro-Desemprego, será requerido pelo pescador profissional na categoria artesanal, na Delegacia Regional do Trabalho - DRT, ou no Sistema Nacional de Emprego - SINE, ou ainda, nas entidades credenciadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, mediante a apresentação dos seguintes documentos:
I - formulário de requerimento, em modelo aprovado pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, preenchido em duas vias;
II - carteira de identidade ou carteira de trabalho;
III - comprovantes de inscrição no PIS/PASEP e no Cadastro de pessoa Física - CPF;
IV - carteira de registro de Pescador Profissional devidamente atualizada, emitida pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República - SEAP/PR, cuja data do primeiro registro, no RGP, comprove a antecedência mínima de 1 (um) ano da data do início do defeso;
V - declaração pessoal de que não dispõe de outra fonte de renda diversa da decorrente da atividade pesqueira;
VI - cópia de, pelo menos, dois comprovantes de venda de pescado ou comprovante de recolhimento, ao INSS, de, pelo menos, duas contribuições previdenciárias, na forma do disposto nos incisos III e IV do art. 2º;
VII - comprovante do número de inscrição do trabalhador - NIT/CEI; e
VIII - quando pescador profissional que opera, com auxilio de embarcação, na captura de espécies marinhas, apresentar cópia do Certificado de Registro da Embarcação, emitido pela SEAP/PR, comprovando que a permissão de pesca concedida é direcionada para a captura da espécie objeto do defeso.
QUAL É O PRAZO PARA REQUERER ?
O beneficio será requerido a partir do trigésimo dia que anteceder o início do defeso até o seu final, não podendo ultrapassar o prazo de 180 (cento e oitenta) dias.
Nos casos em que o defeso for mais de 180(cento e oitenta) o pescador não poderá não ultrapasse o prazo de 180 dias.
Salientamos que nos casos em que o defeso for antecipado, o prazo de requerer também será antecipado.
QUANDO E ONDE RECEBER:
A primeira parcela estará disponível a partir de 30 (trinta) dias da data do início do defeso.
O pescador deve dirigir-se à agência da CAIXA ou nas Casas Lotéricas e Caixa AQUI para recebimento com o Cartão do Cidadão
FONTE: MTE - http://www.mte.gov.br/seg_desemp/modalidades_artesanal.asp







