Uma cena clássica da Amazônia brasileira.
As águas calmas dos paranás do rio Tocantins acoram o barcos das famílias.
Trata-se da região das ilhas mocajubenses, no interior da Ilha Grande de Vizeu.
Uma rio, não é uma rua.
Não pode ser comparado.
Não tem cheiro de mato.
Nem brisas com cheiro de flor.
Ruas não diminuem durante dia.
Nem desaprecem por meses do ano.
Na dimensão ribeirinha de Mocajuba
O rio não é apenas uma forma de acesso.
O rio é cultura.
È diversão.
È produção.
É alimento.
Encanto e encantamento.
Na interação entre homem e rio, rio e homem constrói a cotidianidade.
Não é apenas acesso e trânsito.
È vida.