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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O caso dos supostos saques na agência do Banco do Brasil em Mocajuba (PA)... A verdade dos fatos...

O blog recebeu uma denúncia em forma de provocação automática pela rede social Facebook no dia 08/01/2014.

Acompanhem a "denúncia"...





Vale ressaltar que acompanhadas, dessa provocação, o blog recebeu  através de cometários anônimos - várias ameaças sérias e insistentes no dia 07/01/2014, que persistiram no dia seguinte - o quê nos levou a tomar providências legais cabíveis.


Pois bem...



O blog ouviu várias pessoas sobre o tema. Nenhuma delas assevera ter presenciado nenhum saque neste dia, seja pela Secretaria de Finanças, pelo Chede de Gabinete ou pela Secretaria de Educação ou ainda pelo vereador Nil Vasconcelos.



Estavam na agência do Banco do Brasil por conta de entraves no pagamento do professores e professoras do município que estava atrasado. Ocorreram alguns contratempos e todos envolveram-se na tentativa de desfazê-los.



Segue uma pequena entrevista com a professora Jutity Carvalho, membro do Sindicato dos Professores de Mocajuba e com o vereador Nil Vasconcelos - a primeira por estar presente em todo o epsódio e o segundo por ser citado na denúncia.

Professora Judity


Professora Judity Carvalho

Blog: professora Jutidy Carvalho, muito tem se falado sobre o pagamento dos professores em Mocajuba (PA). A senhora está acompanhando isso ? Tem alguma informação nova a sociedade sobre o tema ?



Em relação ao atraso do pagamento, ouvimos da Secretaria, em reunião com o SINTEPP (Na manhã do dia 07/01/2012), que foi por causa do repasse do FUNDEB (complementação), pois o que tinha em caixa não daria pra pagar todos os servidores, e porque houve má intenção de alguém não sei, ela não citou nome, querendo prejudicar o trabalho deles, pois a folhas dos consignados não foi encontrada, e outras irregularidades encontradas na folha de pagamento, das quais ela também não quis falar, disse apenas que vão tomar as medidas legais.




Blog: professora, o blog recebeu uma denúncia do senhor Ederson Branco, ex- funcionári da prefeitura de Mocajuba (PA) sobre um episódio de saques no Banco do Brasil, promovido pela Secretária de Finanças. em companhia de outras pessoas. O que a senhora tem a dizer sobre o tema. 



Bom, não sou sabedora disso, sei que ela foi lá nesse horário, mas por causa do ofício assinado pelo Prefeito José Antônio Castro, pois sem o mesmo o pagamento dos servidores da educação não aconteceria ontem, como não tinha energia no momento ela não estava conseguindo imprimir tal ofício, então sugerimos que fosse enviado direto ao Banco do Brasil, pois lá tinha energia, ela acatou a idéia sugerida pela Coordenação do SINTEPP, por isso foi ao Banco naquele horário.



Então, após a reunião que aconteceu no SINTEPP, a Coordenação foi até ao Banco verificar o que a Secretaria de Educação tinha nos repassado [...]
Quando chegamos lá fomos informado que lá não tinha nada, resolvemos ir na Prefeitura falar com a Secretária de Finanças.



Lá fomos informados que já tinham enviado [Ordem para Liberação de Pagamento],  inclusive nos foi mostrado um documento que realmente aconteceu o repasse ao banco mais ou menos às 10:00 hs da manhã,  a única coisa que estava faltando era o ofício assinado pelo Prefeito, que estava em Belém, como não tinha  energia ficava impossível ela imprimir,  o referido documento.




Foi aí que sugerimos a  ela que pedisse ao banco pra receber via fax, uma vez que lá tinha energia no momento, e assim se fez, a Secretaria de educação foi ao Banco no horário de 12:00 hs. Nós [membros do SINTEPP], os acompanhamos e graças a Deus a situação foi resolvida e à tarde o pagamento estava disponível.


Vereador  Nil Vasconcelos

Blog: Vereador, o blog recebeu uma denúncia do senhor Ederson Branco, funcionário demitido da  prefeitura de Mocajuba (PA), sobre um episódio de saques no Banco do Brasil que teria sido promovido pela Secretária de Finanças em sua companhia. O que o senhor tem a dizer sobre isso?


Vereador Nil: Estive sim no Banco do Brasil nesse dia, e na companhia da secretaria de finanças e do chefe de gabinete do Prefeito, porém estavam em nossa companhia o Professor Dioleno e a professora Judity, representante do SINTEP. Na ocasião estávamos tentando liberar o dinheiro dos professores que deveria ter saído dia 3 de Janeiro, no entanto, por problemas técnicos não foi possível.


Vereador Nil Vasconcelos
O SINTEP fez uma assembleia, onde eu participei como ouvinte, pois a secretaria de educação estaria lá fazendo alguns esclarecimentos, e eu como vereador e representante do povo gostaria de saber quais as expectativas do novo governo pra com os profissionais da educação - tão discriminados pelo governo afastado por improbidade administrativa.


Na ocasião, a secretaria de educação informou que os documentos para o pagamento já havia sido enviados pro Banco do Brasil, então os associados presentes resolveram mandar uma comissão ao Banco saber se já havia sido autorizado e que horas estaria disponível tal pagamento, no que, na qualidade de Vereador, me prontifiquei acompanha-los para também me certificar da veracidade da informação.


Ao chegarmos ao Banco fomos informados que até o momento não havia chegado nada até eles, então nos encaminhamos até a secretaria de finanças onde falamos com a secretária, a qual nos informou que já havia transmitido o processo via eletrônica e nos mostrou o comprovante, porem não podia imprimir, pois nesse momento estávamos sem energia na cidade, e que ainda faltava o oficio assinado pelo prefeito autorizando o pagamento, que já tinha sido enviado por Email, e que por falta de energia não poderia ser impresso.


Nesse momento nos encaminhamos ao Banco do Brasil para tentar resolver, já que lá tem energia própria, sem muito êxito, pois a internet do banco não permite ser acessado por pessoas estranhas  ao Banco, ai que me surgiu a ideia de acessar o email via celular e baixar o oficio, o que de pronto fizemos e encaminhamos pro email do Banco para que assim o gerente pudesse imprimir e de posse do mesmo liberar o pagamento dos professores.


Essa foi a minha participação no ocorrido, que pode ser confirmada por todas as pessoas aqui citados, infelizmente existem pessoas que não sabem o que falam e ficam tentado denegrir minha imagem perante a população, no entanto estou tranquilo, reafirmo aqui que minha postura foi por uma boa gestão pública com transparência e controle social dos gastos e sempre vai ser.


Portanto sabemos que o gestor afastado, por improbidade administrativa, junto com seus apadrinhados, tenta de todas as formas fazer o terrorismo administrativo no município, como não pode ser bom, tentam mostrar que todos somos ruins, no entanto o povo sabe que quem chora é criança que perdeu a mamadeira é o caso dessas pessoas que estavam acostumada aos privilégios do poder e agora não tem mais.


Fico triste porque quem perde é o município, imagina que diante de todas as evidencias de corrupção, ainda assim, existe pessoas, claro que eram privilegiadas com o dinheiro público, que acham que isso é normal, que todo mundo faz, então ele (o gestor afastado por Improbidade) pode fazer também, é o mesmo que legalizar o roubo.


Sei que vão tentar de todas as formas denegrir minha imagem, pois não me intimido com mentiras e boatos, logo toda verdade aparece, o medo maior deles (dos afastados) é que nesse intermédio de tempo a caixa preta (suja) da administração anterior seja aberta e digo de antimão, vai ser aberta e todos que estiverem envolvidos em falcatruas são responsabilizados civil e criminalmente, podem esperar que eu mesmo me responsabilizo por fazer todas as denúncias.


Quanto a esse rapaz (Ederson Branco), era um funcionário da prefeitura, saiu, afirmo aqui, não pedir pra tirar ninguém até porque não tenho esse poder, disse e afirmo eu estou e vou continuar vereador até o momento que Deus me permitir. Infelizmente ele deveria ganhar muito pra se expor desse jeito, só pode ter perdido muitas regalias, no entanto, quanto ao ocorrido já tomei as previdências judiciais necessárias, pois, não fico batendo boca com ninguém e se a pessoa afirma que saquei dinheiro público deve ter provas e logo vai chegar a hora de apresenta-las, se não houver tais provas isso é caso claro de Calunia e Difamação contra minha pessoa, estou tranquilo e no momento oportunos veremos quem tem razão em outras oportunidade já provei que estava certo e nessa não será diferente.
Obrigado pela oportunidade de poder esclarecer tais fatos.


***



 Se alguém tiver alguma informação divergente, por favor, contactem-nos. Estamos abertos para contribuir com o melhor debate sobre a realidade da cidade.

terça-feira, 7 de maio de 2013

A voz do leitor: Prof. Rony Lopes- esclarecendo umas coisas...

Roni Rocco Lopes
Reproduçaõ: Arquivo Pessoal Facebook



Roni Lopes, geógrafo e professor de geografia. Mocajubense, do Bairro da Pranchinha, solicita ao blog publicação de artigo/manifesto em defesa de sua família supostamente atacada  recentemente dentro do debate envolvendo a Operação Mocajuba. 




Em meio a toda a essa situação decorrente da chamada 'Operação Mocajuba', venho pela primeira vez usar este espaço para emitir algumas impressões sobre o desenrolar das coisas, principalmente no que tange ao envolvimento de meu irmão, Luis Carlos Lopes, e no que reflete de forma injusta sobre outras pessoas de minha família, em especial meus pais.





Primeiro ponto: Luis Carlos Lopes é meu irmão mais velho, chamado de Carlinhos em família. Ele está sendo investigado pelo ministério público em função das acusações decorrentes da chamada 'operação Mocajuba'. No momento encontra-se na cidade, sob orientação dos advogados e disposto a prestar todos os esclarecimentos que lhe cabem, quando isso lhe for solicitado pelas autoridades competentes. Carlinhos era secretário de finanças do município de Mocajuba nos últimos dois anos. 



O que preciso destacar é o fato de que, como família dele, porém com histórico de distanciamento da política local, nunca tivemos (pai, mãe, irmãos) proximidade de suas ações no campo político e nos bastidores do que ocorre na prefeitura. Sempre estivemos longe disso. Nossa relação sempre se pautou pelo laço familiar, mas totalmente alheios ao seu papel no interior do poder.



Sobre isso, as acusações, a operação do MP, todo esse imbróglio, o que sabemos é o que foi divulgado pela mídia. Tanto é que até agora não havia me manifestado sobre isso por não ter conhecimento nenhum sobre esses fatos, nem para defender e nem para acusar. Hoje o que sabemos é o que ele argumenta nas conversas em família, obviamente se defendendo, coisas que ele deve tratar com os advogados.









Quanto a isso reconheço ser naturais os comentários que se dirigem ao meu irmão, a cobrança por explicações, e até as acusações, visto que isso foi amplamente divulgado na mídia. E se ele está sendo acusado de algo, tem amplo direito a defesa, e a justiça deverá se manifestar ao final disso tudo quanto a sua participação (caso se confirme) nisso tudo. Eu e minha família temos sofrido todo esse tempo em ter o nome de alguém nosso envolvido em algo dessa dimensão. Naturalmente meus pais são os mais abalados. Para eles não se trata de um homem público e sim um filho, e sobre isso não é preciso dizer mais nada. E mesmo diante disso suportou toda sorte de boataria, ironias, olhares tortos. Suportou porque , como já disse, minha família desconhece qualquer detalhe das coisas sobre as quais meu irmão vem sendo acusado.







Enquanto as coisas ficaram no campo da especulação, da citação do nome de meu irmão e suas relações com o poder, nada fizemos a não ser acompanhar aflitos e sofridos o desenrolar disso tudo. HOJE PORÉM UM FATO NOS FORÇOU A VIR A PÚBLICO E ACIONAR OUTRAS INSTÂNCIAS PARA QUE EM MEIO AO TURBILHÃO DE ACUSAÇÕES, INVESTIGAÇÕES, BOATARIAS, NÃO SEJAM COMETIDAS INJUSTIÇAS CONTRA NÓS.

Vamos ao fatos:

Ontem, numa mensagem compartilhada na página do vereador Nil Vasconcelos, um perfil nomeado 'Pinga Fogo', através de um texto rasteiro, mencionou as já conhecidas acusações contra o ex-secretário de finanças, meu irmão. Até aí , nada que já não tivéssemos visto ou lido . E até aí tudo soaria até natural, visto que Nil é vereador, oposição aguerrida ao prefeito, deve ter seus interesses em também ver tudo esclarecido e culpados quem culpa tiver. O GRANDE PROBLEMA É QUE NO AFÃ DE ATINGIR MEU IRMÃO , O PERFIL COMPARTILHADO POR NIL ( SE ALGUÉM COMPARTILHA ACUSAÇÕES FEITAS POR UM PERFIL ANÔNIMO, AUTOMATICAMENTE ASSUME E AVALIZA O QUE ALI ESTÁ ESCRITO) FAZ CALUNIOSAS, LEVIANAS E INJUSTAS CITAÇÕES AOS MEUS PAIS.








O texto ( que já foi tirado do ar, mas que minha família tem todo em prints) afirma que meu irmão, Carlinhos, havia comprado com dinheiro público uma caminhonete Mitsubushi L200 e dado de presente ao meu pai. E o pior: publicou a placa e todos os dados do carro na internet, evidenciando invasão de privacidade e crime. Os bens de Carlinhos podem ser vasculhados a exaustão, mas as coisas de meus pais, que nada tem a ver com política, jamais.







Nil , e quem escreveu o tal texto, certamente não conhecem meus pais e nem nossa família. Não conhecem porque nossa família nunca precisou se abancar com poderosos, nunca precisou parasitar políticos para ter suas coisas.







Minha mãE, Maria Benedita Cardoso, 64 anos é professora aposentada da SEDUC, trabalha desde quando eu, Nil, Pinga Fogo, não éramos nem nascidos. Minha mãe , além da estabilidade do cargo público, sempre atuou como comerciante, ofício que abraçou de vez depois de sua aposentadoria. Há mais de 20 anos possui um mercadinho de bairro, em sociedade com meu pai, no bairro da Pranchinha. Mercadinho esse que começou como pequena taberna e que , com muito trabalho e sacrifício , conseguiu fortalecer. 







Meu pai, 63 anos, uma vida inteira como agricultor, hoje aposentado, dedica-se ao comércio de açaí junto ao mercadinho.






Meus pais possuem carro há muitos anos, muito antes de Carlinho sequer pensar em participar de política. A caminhonete L200 2007 que minha mãe possui é fruto de muito trabalho honesto, justo, limpo. Obviamente é um veículo financiado em muitas prestações, como faz todo trabalhador brasileiro médio para adquirir um bem.







Antes da L200, minha mãe teve um Fiat Siena, e antes uma pickup Fiat Strada. Sempre vendia um e dava entrada num outro um pouco melhor. Isso desde 2005. O que há de errado nisso? Minha mãe tem crédito nos bancos, justamente porque sempre cumpriu seus compromissos, saudou seus financiamentos.







Meus pais não são conhecidos e pelo fato de terem carro, automaticamente se insinua que eles 'ganharam'. Ora , façam-me o favor. Ao contrário de muita gente em Mocajuba, que vive como urubu sobre a carniça da política, meus pais nunca precisaram de subterfúgios ilegais para construir uma vida digna e andar de cabeça erguida.





Burrice acusar alguém sem prova, só para fazer barulho. Toda documentação do carro L200 de minha mãe está com ela. O contrato de financiamento, o valor dado como entrada,o recibo do carro vendido para dar a entrada. Tudo certo, tudo limpo, tudo claro.









Deve causar um espanto mesmo, o fato de 'pés rapados' possuírem bens. Mas é que os pés rapados sempre trabalharam duro, honestamente. E isso deve chatear.

Quanto as acusações contra Carlinhos, ele que se esclareça a justiça. Mas não sejam levianos de estender isso a nós. 




E tem mais: o tal apartamento que dizem que Carlinho possui em Belém, deve ser o apartamento de minha mãe. Também conseguido em 2006, via Cohab -Caixa Econômica.








Em julho agora , eu, minha mãe e minhas irmãs, iremos passar férias incríveis no Rio de Janeiro, hospedados num hotel na praia de Copacabana. Tudo bancado por mim. Antes que alguém diga que ela viajará com dinheiro público. 




Sou , e falo sem falsa modéstia, um profissional muito bem sucedido. Funcionário efetivo do Governo do Estado e da Prefeitura de Belém. Ambos concursados. Ou seja, nunca precisei de ninguém pra me indicar, para me abrir uma janelinha. E por isso tenho condições absolutas de proporcionar a minha mãe tudo que ela merece.








Sinto profundamente que um homem público como Nil, pela qual tinha até apreço e respeito, tenha usado um expediente tão medíocre e baixo para atingir pessoas inocentes.
Homens não se refugiam em perfis anônimos, não temem por sua opiniões e respondem por ela. Assim como faço aqui. Já os moleques, apenas eles, usam os recursos fuleiros como um perfil fake, para atacar pessoas.








No mais, não nos interessa a podridão de que grupo quer que seja. Só queremos seguir nossa vida como sempre foi: discreta, honesta, ilibada e correta.

Além do Carlinho, somos outros oito irmãos. 

Eu, Roni, sequer vi pessoalmente o prefeito de Mocajuba. O conheço por fotos. Apenas.

Esse poder pelo qual vocês se digladiam jamais me interessou.




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O blog entrou em contato com o vereador Nil Vasconcelos (PSDC) para perguntar sobre o suposto compartilhamento  das informações , o vereador disse que compartilha muitas coisas pela rede social e não lembra exatamente. 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Mocajuba

internet
[...]

Hoje tenho prova de economia com meu professor alemão....


E, vou cuidar um pouquinho ainda da Amazônia & Cia - estou com dedo todo furado enfeitando cestos para mandar para mandar para o Japão.


Dizque Panier Com Chita!! 

Minha mãe fala que é paneiro enfeitado para festa [...]



Ela diz - Minha filha, seu eu soubesse tinha te ensinado a tecer paneiro... 



E ri. Um riso de orgulho e confusão.



Mas-é-demáis-estorde-está-minha-filha. 

Bem [...]


Postagem sobre a política eleitoral, só a noite. 
Quando eu sair da prova.

Bom dia!!!


terça-feira, 12 de junho de 2012

Mocajuba: E a crise de liderança que teima em não passar V

***
Não.
Não é o fim.
É o começo de um novo tempo na cidade.


***
Marcado pela negação às velhas práticas...
E construção de uma maneira mais democrática de gerir a cidade

domingo, 3 de junho de 2012

Mocajuba: Corrupção, a angústia de Gullar com Brasil e minha angústia com Mocajuba




Parece que a corrupção tomou conta do Estado brasileiro, que não há mais em quem confiar



Ultimamente, faço um esforço enorme para não perder a esperança em nosso país, em nossa capacidade de nos comportarmos com um mínimo de respeito pelo interesse público, pelos valores éticos, enfim, por construirmos uma nação digna deste nome.

É que, a cada dia, como você, fico sabendo de coisas que me desanimam. Parece que a corrupção tomou conta do Estado brasileiro, que não há mais em quem confiar. O que desanima não são apenas as falcatruas praticadas por parlamentares, ministros, governadores, prefeitos, juízes... O pior é que esses dados refletem uma espécie de norma generalizada que dita o comportamento das pessoas e o próprio funcionamento da máquina pública.

Um pequeno exemplo: o precatório. Se ganhas na Justiça uma ação que obriga o governo a te indenizar, ele está obrigado a te pagar, não? Só que ele não paga, não cumpre a decisão judicial, e fica por isso mesmo. A Justiça sabe que sua decisão não foi obedecida e nada faz.

Pior, às vezes esse dinheiro é apropriado por altos funcionários da própria Justiça. Enquanto isso, as pessoas que deveriam ser indenizadas esperam 20, 30 anos, sem nada receber. É como um assalto em via pública. Este é um fato corriqueiro num país dominado por uma casta corrupta.

E eu, burro velho, embora sabendo disso tudo, não paro de me surpreender. Acontece de tudo, até CPI criada pelo governo. Nunca se viu isto, já que CPI é um recurso da oposição; quer dizer, era, porque a de Cachoeira foi invenção do Lula e seu partido, e conta com o apoio da presidente Dilma. Isso porque, no primeiro momento, os implicados pareciam ser apenas adversários deles, a turma do mensalão.

Eis, porém, que novas revelações envolveram gente do PT e aliados do governo, sem falar numa empresa corrupta que é responsável por grande parte das obras do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento do governo federal.

Mas o que fazer, agora, se a CPI já estava criada? Voltar atrás seria impossível, e nem era preciso, uma vez que, dos 30 membros da CPI, apenas sete são da oposição, quer dizer, não decidirão nada.

Mas essas revelações punham em risco um dos principais objetivos de Lula, que era usar a CPI para desqualificar o processo do mensalão, prestes a ser julgado pelo STF. Essa intenção foi favorecida por um fato que envolve o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a quem caberá fazer a denúncia da quadrilha chefiada por José Dirceu.

O PT tentou desqualificá-lo, apresentando-o como ligado a Demóstenes Torres e, portanto, a Cachoeira. A jogada não deu certo e, além do mais, está aí a maldita imprensa, que insiste em criar problemas, por levar à opinião pública informações inconvenientes.

De qualquer modo, a CPI teria que ouvir Carlinhos Cachoeira, e só Deus sabe o que ele poderia revelar. Deus e nós também: nada, como se viu.

É que ele se valeu do direito, que a Constituição lhe concede, de permanecer calado para não produzir provas contra si mesmo. Quem quer que tenha inventado isso -sempre em defesa dos inocentes, claro- com frequência favorece aos culpados, uma vez que o inocente, por nada temer, faz questão de contar toda a verdade. Calar, portanto, é confissão de culpa.

De qualquer modo, Carlos Cachoeira, a conselho de seu advogado, não respondeu a nenhuma das perguntas que lhe foram feitas, deixando os parlamentares, que inutilmente o interrogavam, em situação constrangedora. Aquela sessão da CPI, em Brasília, só pode ser comparada a um espetáculo circense.

E quem é o advogado de Cachoeira? 
Nada menos que o ex-ministro da Justiça de Lula, Márcio Thomaz Bastos, que, sentado a seu lado, como um segurança jurídico, ouvia os deputados e senadores se referirem a seu constituinte como "bandido, chefe de uma quadrilha de ladrões". Estava ali por vontade própria ou por imposição do cliente? Não se sabe, mantinha-se indiferente, como se nada ouvisse.

Foi por saber Cachoeira culpado de todas aquelas falcatruas que o aconselhou a nada responder. Resta à CPI recorrer às provas documentais. Por isso mesmo, Thomaz Bastos já pediu a anulação delas. Cachoeira pode não ter razão, mas dinheiro não lhe falta. E o espetáculo continua...




(Ferreira Gullar)


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 E em Mocajuba? 



Você consegue traçar um paralelo?


A diferença é que o advogado do prefeito, que é  o mesmo de Jáder Barbalho,   

precisa enfrentar apenas os tribunais  como o Tribunal de Contas dos 

Municípios e Tribunal Contas do Estado - porquê a  depender de nossos  

vereadores, ele ficará incólume diante de tantos processos ligados a prestação 

de contas. 




E quantos-tantos-muitos seriam abertos se tivéssemos uma câmara atuante?




Mas felizmente, esse é um país democrático. 


Se é difícil resolver as coisas todas do país inteiro, não é tanto em Mocajuba.




Digo isso, porque não acho que é apenas nas urnas que se pode corrigir as 


coisas e acertar os rumos eliminando aqueles que traíram a confiança do 


povo. 






Vejam que O Sindicato dos Professores e Professoras da cidade deram uma 


demonstração da força da mobilização popular e encurralaram o prefeito e o 


obrigaram a forçar os vereadores a tomarem uma posição (mas olhe lá, não!!). 


Quando deveria ter sido o inverso.




Mas afinal, quando nossos comunistas como Aldo Serrão e nossos socialistas 


companheiros petistas estão imobilizados para o combate , outras 

forças estão a emergir e agora, quem sabe, não mais apenas pela defesa da 

educação - mas em um grande movimento de defesa da cidade. 










quinta-feira, 17 de maio de 2012

Mocajuba: É preciso manter a cabeça fria

Devido a exclusão do objeto que deu origem a essa postagem e em atendimento a solicitação de Ana Soraia Guimarães estamos retirando as imagens da postagem e ocultando seu texto. E que o debate político eleitoral siga de forma respeitosa e democrática. 




A eleição está só começando e principalmente o pessoal que fica ao redor dos candidatos precisa andar, sim pisando em ovos e tomar cuidado para não arrumar "confusão de graça".




Eu prezo e primo pelo bom debate, não gosto de PASQUINS, ou Perfis Fakes, como se diz na linguagem de internet quando alguém cria um perfil que não permite lhe indentificar. 

Tenho um blog de opinião há cinco anos. Lê quem gosta ou não gosta, mas precisa ler. Afinal se importa. 



Matenho o espaço aberto para quem quiser falar, respoder ou achar que tem direito de resposta. Muitas vezes falo o que penso, outras apenas informo sobre o que acho relevante para a cidade ou o que o tempo me permite.



Na internet, também existem regras de etiqueta e seriedade. Por exemplo, se você cita alguém e esse acha que não foi de alguma forma ofendido ou que a "notícia" tem apenas a intenção de lhe prejudicar, essa pessoa tem direito de responder dentro do mesmo espaço. Não dá apenas para tentar de alguma forma prejudicar ou minorar alguém ficando incólome. Dentro da rede valem as mesmas regras da vida social, a não ser que os agentes reproduzam os mesmos comportamentos de pessoas poucos sérias na vida real.


Debate é debate. Notícia é Notícia. Opinião é oponião. E quem entra na chuva tem que saber se molhar e sem molhar "sem se queimar", especialmente, a tôa.

È, mas ou menos como diz a molecada, quem não sabe brincar não desce para o play. 



A postagem que você vê no ínicio da postagem vou enviada a mim por Ana Soaraia Guimarães, em marcação, que é uma espécie de chamamento automático da rede social Facebook. A postagem publicada no portal de Ana Soraia Guimarães, irmão do candidato José Antônio Guimarães e dizia como vocês podem ler que ninguém, inclusive eu a marcasse (avisasse) de qualquer "BAIXARIA".

A baixaria a que ela se refere diz respeito as respostas de um perfil  chamado Diário Mocajubense que chamava sua atenção (um pito mesmo) por ela ter, como postamos aqui, criticado duramente seu primo e primo de José Antônio Guimarães(PV)  nas redes sociais - o Zeca do Bi.




Eu, fui ler a postagem em que ela chamava minha atenção. A primeira imagem desse post. Onde ela diz textualmente:


"Meu povo mocajubense, ñ preciso inventar nomes em perfis para expor o q eu acho da politica em nossa cidade, mas como o Diario Mocajubense tah fazendo questão de me desmoralizar, ficarei off a tudo q estiver relacionado com a politica em mocajuba, sei q povo ñ é burro, ele vai tirar suas conclusões. Então, peço ao Plantão Mocajubense, a Carmen Americo, a Max Pierre Ice e outros q ñ me marquem nessa baixaria, ñ preciso disso, tenho uma familia estruturada e muito amada. Desejo sorte a todos candidatos e em especial a meu amado irmão José Antonio Guimarães.










Eu postei um comentário de socitação de esclarecimento, que ao invés de respondido, foi APAGADO e  recebi um comentário em OFF (uma caixinha que só eu ela ela poderíamos ver , se não fosse um ferramenta que permite que a gente copie tais conversas). Ou seja, ela apagou minha manifestação mandou-me esquecer do tema. Mas manteve meu nome do tal post da "baixaria". Eu claro, não achei justo.Na sequência tentou ordenar-me que, mesmo meu nome estando lá, exposto, porque agora todos podem entrar lá dizer o que quiserem - que eu não fizesse nenhuma postagem mais. Até ouvi o som de uma voz vindo do além: cala-te.


Textualmente:


"se quiser me dizer algo entra em contato comigo
mas não fica ai colocando nada"



Não gosto de "baixaria" e meus ataques, que não são poucos, são as más práticas das pessoas públicas, a exemplo daquele-um. Se ouve alguma baixaria na condução do debate sobre as possíveis alianças não partiu desta blogueira. Então, não achei pertinente que se mantivesse marcado meu nome nesse tipo de citação.




Também, não gosto desse tipo de postura.






E estou mantendo aqui (na primeira imagem do post) meu comentário que foi sumariamente apagado. Por uma questão de justiça também manterei a conversa que se seguiu em diante com tentativas de contato via telefone por Ana Soraia Guimarães. Que não aceitei, não é porque tenha algo contra a moça, mas  porque o único tema que teria com ela era a manutenção de meu protesto e solicitação de esclarecimento de uma situação que foi criada por ela dentro do ambiente virtual e dentro dele tem que ser resolvido. Nada além disso. Se era apenas um questão de diálogo, Ana Soaia Guimarães não deveria ter, ela sim, me ligado,  ao invés de expor meu nome na rede?








 Como a eleição está só começando, é preciso que a gente se atenha a alguns detalhes, especialmente que a vida vai continuar depois disso tudo e que tem muita gente que pode assumir posturas com as quais terá que conviver para o resto da vida.

E como tudo foi finalizado na paz. Mas sem a retirada do meu nome da tal citação e nem o esclarecimento de Ana Soraia sobre a que afinal ela está se referindo: a brigas familiares em torno da política, ao uso de Fakes, a cobrança pública que ela sofreu... ? Não sabemos.






A conversa encerrou-se da forma que vocês podem ver nas imagens seguintes. Ela manteve os posts seguintes, afinetou-me, e fez um gracejo educado no final. Coisa fina mesmo.




Afinal, não conheço essa senhora, a não ser por um ou outro cruzamento em situações públicas, no calçadão da praia de Mocajuba e etc e tal. E achei que não valia a pena engrossar o debate já que ele não é sobre aquilo que me interessa que é a gestão pública, as propostas de desenvolvimento para a cidade e a transparência e seriedade no uso de recursos públicos.  E por isso não teria motivos para ligar por conta da citação que ela fez questão de fazer via internet. Na internet nasce, na internet se resolve.




Desejo do fundo do coração a Ana Soaraia Guimarães uma boa campanha eleitoral e contem comigo na divulgação de ações e propostas lideradas por José Antônio Guimarães (PV) para Mocajuba, assim como todos os demais candidatos podem contar.

"Veja bem, meu amigo, a consciência é um orgão vital e não um acessório, como as amígdalas e as adenóides."(Martin Amis)

Leitores do Amazônidas por ai...


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