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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Mocajuba: Eventos!


domingo, 20 de dezembro de 2015

O Marco ! Um Marcos! Muitos Marcos!

Somos "quase todos Marcos"  neste sistema opressor de uma oligarquia embolorada e opressora. O episódio de grave ataque covarde ao professor de Educação Física da rede pública da cidade de Mocajuba (PA) e militante ativo dos direitos dos professores e professoras é, mais do que homofobia. É sintoma de um sistema de opressão que perdura por 120 anos em Mocajuba (PA) e vê em Marcos, e seus Marcos, os filhos, um opositor incansável e difícil de abater. O feito a seu primogênito Marcos, por conta de sua sexualidade, individualidade e vida privada, tem mira certa: o alvo é ação política do pai, mesmo que a arma seja a homofobia direcionada ao filho.





professor Marcos Lopes
reprodução




Antes de falar de Marcos Lopes, Mocajubano. Gostaria de lembrar de um outro Marcos. O sub-comandante Marcos - que se recursou a acreditar no "Fim da História".

Na década de 1990, surgiu no México, um movimento popular indígena diferente, os Zapatistas, cujo líder era conhecido pelo pseudônimo de “Marcos”, e mantinha uma mística estratégica – o rosto escondido por uma máscara. 

subcomandante Marcos
Movimento Zapatista
reprodução internet



O movimento ocupou vastas áreas no sul do México defendendo os direitos indígenas e das minorias. 



Os ataques a “Marcos” também eram frequentes, inclusive os de caráter difamatório. Dentre muitos ataques, um deles atestava que “Marcos” era gay. Como a questão sexual fosse um crime. E um crime tão grande quanto a usurpação dos direitos do indígenas e das minorias pelas quais ele lutava. 
Prática de homofobia. 



Esperávam que o efeito sobre ele fosse o de desmentir, afinal o lendário sub-comandante Marcos, másculo, viril, empunhando armas, poderia ofender-se... Algo assim, um tanto idiota.



Talvez seja Marcos, talvez não.
o sub-comandante Marcos, não precisa de rosto.


Pois bem, naquele momento, “Marcos” respondeu com o seguinte comunicado.


“Marcos é gay em São Francisco,
negro na África do Sul,
asiático na Europa,
chicano em San Isidoro,
anarquista na Espanha,
palestino em Israel,
indígena nas ruas de San Cristóbal
Judeu na Alemanha,
feminista nos partidos políticos,
comunista no pós- guerra fria
pacifista na Bósnia,
 artista sem galeria,
nem portfólio,
dona-de-casa sábado à noite em qualquer colônia de qualquer cidade de qualquer, México
machista no movimento feminista,
mulher sozinha no metrô às 10 da noite,
camponês sem terra,
um editor marginal,
operário desempregado,
médico sem lugar para trabalhar,
estudante não conformista,
dissidente no neoliberalismo,
escritor sem livros nem leitores e,
seguramente, zapatista no sudeste mexicano”



Pois bem, o nosso “Marcos”, mocajubano, com seu sangue mocajubense e cabano é uma das maiores lideranças da Educação de sua geração, e tem feito, ao lado de seus companheiros de sindicato uma trajetória de luta e muitas conquistas pela categoria. 




Ele diferente, do insurgente Marcos dos Zapatas, luta de cara limpa, sem máscara, (lembrando que a situação no México era de guerrilha), e ao lado de suas conquistas, tem sofrido toda a sorte de perseguição, abuso e atentados. 



Mas segue.
Armado pelo coração valente que carrega no peito.
Pela coragem.
Pela coerência.





Nosso Marcos,
Não ocupou grandes áreas físicas defendendo direitos, como o Marcos dos Zapatas.
Nosso Marcos, ocupou um espaço que era de uma velha oligarquia, e que tem que olhar de igual para igual e negociar, e cumprir a lei, e respeitar direitos....




Isso, essa velha oligarquia bolorenta não tolera.
Nunca tolerará.



Hoje, por exemplo, reivindicam o salário não pago pela prefeitura municipal de Mocajuba (PA). Que, com sua mídia fragmentária e produzida para enganar, fatiando informações, alardeou o pagamento do décimo terceiro dos profissionais da Educação, com pompa e circunstancia, como se isso fosse um favor. Uma dádiva. Uma benemerência de sua gestão.


Quando é apenas uma operação ordinária e obrigatória. O décimo terceiro é um direito de qualquer trabalhador e trabalhadora e, no caso em tela, garantido pelos repasses do governo federal – religiosamente.





Pois, bem. Na tarde de ontem, um perfil falso, de nome Daiane Sabba, com uma foto de uma mocinha loira, branca e de rosto “angelical”, que estava no ar a um certo tempo e notabilizou-se por ataques a oposição do atual governo, já tendo sido alvo de ocorrências policiais em episódios anteriores por ataques violentos a vereadores mocajubenses – atacou ao professor Marcos Lopes, e aos seus filhos. 

Marcos Antônio, filho, Anita Lopes, mãe, Marcos Lopes, pai.


Marcos é casado com a também professora Anita Lopes, e possui três filhos – todos “Marcos”. Todos criados em Mocajuba (PA) e hoje estudando na capital do Pará. Educação Física, como o pai, arquitetura, e ensino médio. 
os Marcos, do Marcos.


Marco Antônio, o primeiro Marcos, participou de um projeto chamado "Chicos", que com nu artístico visa produzir elementos de combate a homofobia em âmbito internacional. Distorceram o projeto e usaram as fotos indevidamente, como se fosse algo banal e rotineiro criando inclusive um falso contexto para as imagens.



Sim. 
Isso é algo que da vida privada, que pontua no entanto sua identidade. E está no âmbito do individual, que não resvala na questão pública.
Usar a intimidade para constranger uma liderança é apelar para os piores meios, dos mais terríveis sistemas.

 
Marcos, o pai, e um de seus Marcos, o caçula.



O post do falso perfil não apenas tratou a questão da sexualidade de Marcos, o “ Marquinhos”,  de forma homofóbica. 


Não.


O perfil também questionou a sexualidade do professor, insinuando inclusive um caso com um vereador mocajubense. 
Não. 
Não foi apenas isso.





O falso perfil também fez acusações gravíssimas sobre outro filho de Marcos, o segundo “Marcos”. E segue com um repertório de impropérios sobre a família do insurgente  professor.





Definitivamente, não se trata apenas de uma caso gravíssimo de homofobia, trata-se antes de tudo de um crime político, através de um expediente comum na cidade, o uso de falsos perfis para atingir adversários. 





Há uma grande lista de tais perfis. 
É acima de tudo, o uso do constrangimento, da difamação, da exposição da vida privada para calar opositores e opositoras. 
[...] Para impedir o debate democrático.
[...] Para frear a democracia
[...]Para manter o domínio de uns poucos
[...] O modo operandis de lidar com a democracia, da oligarquia mocajubense.





[...] Ou parte dela.




Diante disso, algumas perguntas  precisam ser feitas em Mocajuba (PA) e todo cidadão de bem, precisa refletir sobre o tema.





o terceiro Marcos, Marcos Cristhian
reprodução facebook


1.      Quem poderia ter interesse em difamar e constranger Marcos, e seus Marcos?


2.  Aqueles que se sentem donos do poder em Mocajuba (PA) sempre constrangeram as minorias mocajubenses, seja roubando seus direitos trabalhistas, suas terras, sua produção, sua liberdade?

2.1.Quem já ouviu falar do cercado que separava brancos e negros na cidade?

 2.2. Quem presenciou preconceitos de toda sorte na cidade, inclusive de espaços? 
    Aquele pessoal "lá de trás"... Lá para trás acontece de tudo? 
   Isso, mesmo, os preconceitos são tão presentes, que até o lugar da cidade que moramos é motivo para preconceitos. Sempre velados, como o preconceito contra negros. Ou ainda o preconceito contra gays. Muita gente finge que não existe ou que não age de forma preconceituosa, simplesmente porque sabe o quão é vergonhoso. 
E criminoso. 
2.3.E até quando isso será tolerado? 



    Tiraram nossa cerquinha que separava brancos e negros. Mas carregam-na nas mãos, e sacam dela, não apenas para negros.




Sacam-na contra pobres.
Sacam-na contra moradores e moradoras das periferias,
Contra ateus,
Contra umbandistas
Contra mães solteiras
contra moradores do "sítio"
Contra gente muito magra,
Contra negros
Contra gays
Contra insurgentes.







3. Será o caso dos “Marcos” uma questão política encravada na história do domínio de uns poucos da cidade ? 3.1. Ou um caso fortuito de crime de homofobia?

3.      Marcos Lopes, o pai - é um indivíduo com identidade definida na sociedade mocajubense, liderança e formador de opinião. 3.2. Porque justamente ele, o sindicalista, combativo, professor atuante pelos direitos dos seus iguais? 








Todos os regimes opressores usam do expediente da difamação para constranger seus opositores. Os mestres neste campo foram os regimes fascistas e nazistas.





opressãonazifacista
http://opressaonazifascista.blogspot.com.br/



Machistas, racistas, opressores, sexistas, e autoritários...

Racistas, machistas, autoritários, sexistas, opressores,

Opressores, sexistas, autoritários, machistas, racistas...


Eu já fui vítima deles.
E serei ainda.
Eu sei.


Virei Matinta Perera pelos ouvidos cegos daqueles que não sabem que a firmeza de propósito é maior que o preconceito. 
Que o preconceito de classe. 
De espaço.
De cor. 
De cabelo. 
De sexualidade.






Marcos Lopes, e Marcos Antônio Lopes
reproduçãofacebook



Todos servem a um mesmo fim. 
Oprimir. 
Pois a opressão existe também em democracias frágeis como a nossa.
Ela é o efeito negativo que é experimentado por pessoas que são alvo do exercício cruel do poder.
Tal como Marcos.







Nossa questão é[...] até quando suportaremos.
Não suportamos mais.
O ataque a Marcos, é um marco da história da cidade.
Uma velha oligarquia embolorada e parasitária que não sabe agir de forma republicana.
Um novo tempo está por vir.
Mas ele já descortinou.



segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Mocajuba (PA) e suas pistolas ! Afinal o que a justiça decidiu contra Rosiel Costa (PR)?

Vamos lá, para findar com tanto disse-me-disse,  e antes de mais nada, esclarecendo que meu afastamento do blog é apenas pelos graves problemas familiares e pelas tarefas acadêmicas que me consomem. Eu não abandonei a luta e o compromisso com vocês.

reprodução internet
Rosiel Costa (PR)


As pistolas da sexta-feira eram do grupo de apoio ao prefeito Rosiel Costa (PR) que responde há um sem número de processos, inclusive por formação de quadrilha e por compra de votos. 


reprodução





Elas originavam-se na Rua do “Barro Amarelo” onde estavam os seus apaniguados a comemorar e referia-se AO PROCESSO DE COMPRA DE VOTOS, MOVIDO PELA COLIGAÇÃO DE ALDA FERREIRA CONTRA AQUELA QUE ELEGEU ROSIEL COSTA E JOSÉ ANTÔNIO CASTRO,  sob número 21095.2012.614.0078, que estava na pauta de julgamento do dia 04/012/2015 - a sexta-feira última das pistoladas.





Maria Alda Ferreira Ribeiro
Coligação: União, Fé e Progresso (PRB / PTB / PSC / DEM) - 2012
reprodução internet






OK?


Era apenas o julgamento do recurso no segundo grau em Belém, visto que o juiz substituto de Mocajuba (PA) Daniel Girão, já o havia inocentado justificando sua decisão atestando haver ali um flagrante forjado – o que comprometeu todo o processo.






Havia, sim, a possibilidade de que o segundo grau em Belém (PA) derrubasse a decisão de Mocajuba (PA). Contudo, poucas pessoas acreditavam nisso. Inclusive “esta mocajubana que voz fala”. Porquê? Por que lia-se no espelho do processo:







o MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL manifesta-se pelo conhecimento do presente recurso e, no mérito, por seu desprovimento, devendo a sentença de piso ser mantida na íntegra".






Então, qual é a novidade? Qual o motivo da festa exagerada?

Gente, há contra Rosiel Costa (PR) muitos processos tanto na esfera civil e penal, que conforme já ouvimos do promotor de justiça de Mocajuba (PA) devem caminhar pelos próximos 30 anos.






Hoje, o que cada um de nós pode fazer, é ajudar o prefeito na gestão da cidade no sentido de afastar os vícios e trazer um pouco mais de transparência, participação popular, prezando pela probidade e, pelo bom funcionamento dos serviços públicos – já que pelo desenvolvimento da cidade não muito sendo discutido neste governo. Ou aos que são de maior coragem, ajudar o MP local  na instrução dos processos e com novas denúncias. 






Ouviu-se boatos de que as pistolas eram motivadas pelo por um ganho de causa de Rosiel Costa (PR) e que o teria inocentado, e ainda que por isso, ele não sairia mais do governo.





Geeente,


Tantos anos de blog e vocês ainda não diferenciam as estratégias de poder baseadas na confusão das pessoas.






Rosiel Costa (PR) sabe que os que se mantém do lado dele, precisam da segurança dos cargos e dos privilégios que a máquina administrativa traz, além de que precisa manter a esperança de adiamento de seu enterro político na cidade fazendo com que muitos creiam que ele se manterá e que podem ficar do lado dele, que terão ainda os benefícios de tal aliança.







Sabem como é.
Rei morto.
É rei posto.







Quantos são aqueles que mudam de lado? Muitos querem apenas trabalhar, sem se importar com as ideologias, probidade, e com a condução geral do governo. Outros não levam isso em conta simplesmente. E ainda, arriscam-se a defesas esdrúxulas, desde que sejam mantidos seus privilégios, seus cargos, seu acesso a casa grande.







Essa coisa de espalhar sua inocência eterna.
É jogada de cena.
Coisa para enganar bobo.
E manter a corte alinhada.







Mas é fato que houve a manutenção da decisão de Mocajuba (PA) quanto a acusação da coligação de Alda Ferreira (DEM). O juiz entendeu que as provas não eram suficientes para caracterizar captação ilegal de sufrágio - como já disse. Não refere-se ao processo 0004847-23.2013.8.14.0067 de violação de princípios administrativos e baseado na acusação de fraudes em massa a processos licitatórios, no escopo do qual o prefeito é acusado de comandar uma quadrilha para dilapidar o patrimônio público mocajubense.




Eu vejo com olhos técnicos e entendo que neste jogo sórdido de poder confundir as pessoas é sempre uma excelente arma, ainda aparecem oportunistas a dizer toda sorte de asneiras para confundir mais ainda as pessoas. 





Bem, e assim, caminhamos com a certeza de deste lodo ainda construiremos um chá.




Para quem não lembra da decisão do juiz de Mocajuba (PA) sobre o caso, segue o texto abaixo:




Representação nº 210 -95.2012.6.14.0078
DECISÃO Vistos, etc.
Ao se insurgir contra a sentença alegou a recorrente, em síntese, que o juízo não teria dado à prova testemunhal o crédito merecido;que teria havido erro do juízo ao não considerar o dinheiro recebido por Raendria como crime eleitoral, pois sua colega Naciane também teria recebido o dinheiro e seria eleitora à época dos fatos, o que configuraria o delito eleitoral;que a robustez da prova testemunhal produzida na instrução processual, por si só, seria suficiente para comprovar os fatos alegados na inicial porque demonstrariam o dolo e o fim especial de agir, materializados pela intenção de obter o voto;que para reforçar o acervo probatório a inicial teria trazido ainda mídias de áudio é vídeo que teriam sido submetidas à perícia técnica;que o juízo refutou essas provas sob o argumento de que não teria havido comprovação da participação direta ou indireta dos candidatos no cometimento do ilícito, todavia o laudo seria claro ao fazer a vinculação entre a entrega do dinheiro e o pedido de voto;que o arquivo de áudio foi refutado sob a alegação de que a gravação teria sido feita como flagrante preparado, o que invalidaria a prova;que não teria havido flagrante preparado pois a conversa teria se dado em ambiente natural, sem induzimento algum à prática do delito;que direitos individuais não devem ser invocados como escudo para práticas ilícitas como a prática do abominável crime de corrupção eleitoral.
Trata-se de Recurso Ordinário Eleitoral.



Trouxe julgados do TRE-SC pela não aplicação da figura do flagrante preparado no processo eleitoral de natureza não penal.Por fim, alegou que todas as provas carreadas aos autos (testemunhal, de vídeo e áudio) conduziriam, inexoravelmente, à demonstração da prática do ilícito eleitoral pelos recorridos.
Decido.
É cediço que existem jurisprudências que proclamam a não existência do flagrante preparado na seara eleitoral em casos como o do presente processo, sendo que este Juízo também adere a esta corrente jurisprudencial, todavia, como já relatado na sentença, apesar de a prova obtida por esse meio não ser ilícita, ela não tem o condão de condenar os representados, vez que não comprovada a participação direta ou até mesmo indireta dos candidatos no cometimento do ilícito.
O entendimento deste Juízo permanece inalterado, no sentido de que as provas colacionadas aos autos não foram capazes de comprovar o cometimento do ilícito pelos recorridos.As testemunhas foram levadas a depor pelo filho da recorrente, o que macula a veracidade da prova. Há fortes contradições nos depoimentos prestados. Muito embora este Magistrado também tenha entendido não ter havido flagrante preparado, a verdade é que não se pode ter certeza de que as pessoas que forneceram dinheiro às depoentes Raendria e Naciane no vídeo sejam mesmo os recorridos ou alguém a mando deles.Não se pode ter certeza de que não tenha sido um vídeo forjado, razão pela qual, na dúvida, a sentença não pode levar à condenação.





Ante o exposto mantenho a sentença por seus próprios termos. Recebo o Recurso no efeito devolutivo. Intime-se as partes Recorridas para, querendo, ofertarem contrarrazões no prazo legal. Vistas ao Ministério Público. Recebidas ou não as contrarrazões remetam-se os autos ao E.TRE-PA. Publique-se. Mocajuba 31 de Março de 2015. DANIEL BEZERRA MONTENEGRO GIRÃO
Juiz Eleitoral da 78ª Zona

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Cavernas Abertas

Simone de Beuvoir
escritora, filósofa, ensaísta e feminista francesa.



Pois bem, nestes tempos em que um tema de Redação de Exame nacional abre as portas das cavernas, não espanta que muitos, tentem subir ás costas das "meninas" que buscam espaço na construção de grandes projetos de mudança social e política, apenas porque nasceram "meninos".  


A violência contra mulher segue firme não apenas na dimensão físico, mas também, e muito severamente, no campo político. O sistema de dominação machista eu entendo, o que demoro aceitar são as desculpas par tanto. Porquê? Pois sou "menino"! Mesmo todo argumento que tenta escamotear essa verdade, é cínico.


E seguem cegos, em busca de uma justificativa que não se justifica. Um sistema tão avassalador que cega seus operadores, muitas vezes deixando-os cair em contradição e no ridículo. Antes que toda babagem tome conta do pensamento do machista quem também veio aqui ler. Feminismo não é um movimento contra o homens. Mas um MOVIMENTO PELO IGUALDADE ENTRE HOMENS E MULHERES. HOMENS, NÃO PODEM SER CONFUNDIDOS COM MACHISMO. QUEM É CONTRA O MACHISMO, NÃO É CONTRA OS HOMENS. É CONTRA O SISTEMA DE DOMINAÇÃO QUE OPRIME, MACHUCA, DESCARACTERIZA, MUTILA E MATA AS MULHERES, PELO SIMPLES FATO DE QUE SÃO MULHERES.





A luta pela igualdade entre homens e mulheres no campo político e social, não elimina diferenças e especifidades. 
É uma questão política e social. 
Homens e mulheres são diferentes por uma questão biológica, psicológica. No campo social e político, são iguais. Mesmo que as cavernas estejam muito abertas e muitos disfarcem seu machismo por oportunismo e covardia.




Vamos a nós....


Mesmo que eu esteja atualizando pouco demais o blog, qualquer coisa destacadamente importante sobre mim, que seja compartilhável com vocês, eu virei aqui dizer. 
Como vim dizer sobre a REDE. 
Constrange-me todos esses boatos. 
Entretanto, não tanto quanto vocês atribuírem algum crédito, ao que na realidade é uma estratégia daqueles que não estão do nosso lado, do lado do bem.
Representam, sim, o modo de dominação já tradicional na cidade em ação e tentando manter-se, muitas vezes sob uma fina camada de verniz de novos valores. 
Um fino verniz.




REDE DE SUSTENTABILIDADE DEFINE A EXECUTIVA NO PARÁ






A Rede Sustentabilidade realizou sua segunda convenção, no auditório da Assembléia Legislativa - Alepa, no último dia 24 , sábado. Após os debates sobre crise econômica e a conjuntura nacional, estadual e municipal,  foi eleita a nova Executiva Estadual e os dezesseis membros do "Elo Paraense", uma forma a específica do novo partido que busca um nova nova forma de organização para construir novos práticas na política. 


reprodução


E vem gente de todo canto...

Contando com representantes de 12 municípios paraenses: Belém, Santarém, Tucuruí, Mocajuba, Ananindeua, Barcarena, Abaetetuba, São Miguel do Guamá, Tomé-Açu... dentre outros, redistas discutiram questões organizacionais internas, a crise da democracia representativa, e temas relevantes para a sociedade paraense. 

Duas monções foram aprovadas uma pelos direitos dos povos tradicionais e soldados da borracha. E uma  nota de repúdio pelo descaso e morosidade da Companhia Docas do Pará - CDP, juntamente com  a empresa Minerva  S\A e Agência Marítima, responsáveis pelo grave desastre que levou ao fundo a embarcação Haidar, que levou ao fundo a embarcação HAIDAR, com cerca de 5.000 bois e 650 mil litros de óleo, ocorrido no Porto de Vila do Conde no último dia 06 de Outubro, em Barcarena - Pa.




O coletivo Estadual
Imagem: Rede Sustentabilidade







Coletivo Estadual formado na II Convenção da Rede Sustentabilidade 
Imagem: Rede Sustentabilidade

A Comissão Executiva Estadual foi eleita compondo-se da Coordenação Geral ou Porta-Vozes, o engenheiro florestal Marcelo Aiub e a jornalista Úrsula Vidal;  Coordenações Executiva com Josafah (sociólogo) e Carmen Américo (geógrafa, msc. Ciências Ambientais, mocajubense); Coordenação de de Organização formada por Reyson da Cunha Gybson, servidor público, sindicalista e advogado.  A coordenação de Formação com  Tatiana e Dinael; Finanças formada pelo economista  Miguel e Maxuel; E a coordenação de Comunicação, tendo a frente Rose Daise Nascimento (psicóloga) e Guaracy Júnior (acadêmico de História, empreendedor individual, tucuruiense) . 

Todas as coordenações são compostas por dois membros, um esforço para assegurar a participação das mulheres no processo.  Portanto, assim será composta a REDE SUSTENTABILIDADE no Pará até a próxima convenção.  

Além das coordenações foram compostos os Conselhos Fiscal e Conselho de Ética. Neste último, temos mais um mocajubano, Welhington Paes, servidor público.  Cabe ao grupo construir um processo de escuta da sociedade paraense para implantar uma nova política. 






"Veja bem, meu amigo, a consciência é um orgão vital e não um acessório, como as amígdalas e as adenóides."(Martin Amis)

Leitores do Amazônidas por ai...


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