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terça-feira, 26 de junho de 2012

Biodiesel: Vale inaugura usina de dendê no município do Moju




A Vale inaugura terça-feira (26), no município do Moju, a sua primeira usina extratora de óleo de dendê no Pará, a Biopalma. Do evento vão participar o presidente da mineradora, Murilo Ferreira, o presidente da Biopalma, Eduardo Ieda, e o diretor global de energia da Vale, João Coral. Em seu projeto de biodiesel no Pará, a empresa deverá mobilizar investimentos no valor de US$ 500 milhões.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Mocajuba: Governo Federal Definitivamente altera a Cidade com o Programa de Biocombustível

dendê
ilustração-internet


O plantio do dendê já é realidade e várias propriedades já apresentam suas áreas cobertas por pequenas mudas da oleaginosa. 



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Grandes, médios e pequenos proprietários.
O programa federal já altera significativamente o ritmo de vida no município.




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Empregos novos diretos e indiretos são gerados todos os dias.



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Empresários locais registram com maior dinamismo: restaurantes, hotéis, lanchonetes...
Estradas com manutenção  e trafegabilidade...






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A Petrobrás instala-se definitivamente na cidade com seu braço do biocombustível.
E um novo tempo descortina-se em nossa cidade. 

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Dendê no Baixo-Tocantins

imagem: reprodução

Para todos e todas que estão anciosos com a implementação dos projetos de plantio de dendê em parceria com a Petrobrás logo a empresa estará visitando todas as propriedades pré-cadastradas para confirmar ou não a intenção do produtor na implementação dos projetos.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Pará: Produção de Òleo de Palma


Produção Familiar de Óleo do Palma no município de Moju (PA)
Parceria com Agropalma
Foto: Carmen Américo


Mocajubensese moradores do baixo-tocantins devem acostumar-se com paisagens como essa acima. O plantio de óleo de palma é também programa prioritário do governo do Pará e deve alterar a dinâmica regional como um todo.
O secretário de Estado de Projetos Estratégicos, Sidney Rosa, declarou  ao participar, na manhã desta terça-feira (15), de uma palestra sobre o potencial da cultura de palma de dendê e de florestas plantadas em território paraense. O Estado do Pará tem interesse "em receber todo esse parque de plantio de palma, com produção de óleo bruto e todos os produtos advindos desse óleo".


Veja a reportagem completa do Agência Pará aqui nesse link.
          Em Mocajuba, inclusive grande parte da mão-de-obra local já está comprometida com a empresa Petrobrás. Logo outras empresas vão chegar. Logo a cidade vai começar a mudar radicalmente.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Baixo-Tocantins: Na Era da Biotecnologia



Plantio Dendê Moju (Agropalma)
Foto: Carmen Américo
Belém (09/02/11) - Já está sendo analisado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) o termo de compromisso ambiental do projeto Biovale, apresentado na última terça-feira, 09, para a secretária Teresa Cativo e equipe técnica do órgão ambiental. Desenvolvido pela Biopalma da Amazônia S.A. Reflorestamento Indústria e Comércio, que é controlada pela Vale, a empresa pretende começar a produzir óleo de palma ainda neste ano no Pará, por meio de usina em Moju, que já está em fase de implantação.



A expectativa do projeto é de atingir uma produção de 500 mil toneladas por ano em 2019, quando a lavoura atingir maturidade. Hoje, são 35 mil hectares plantados, e para cada hectare de plantio, a empresa irá preservar ou recuperar um outro hectare de mata nativa. A destinação principal do óleo será a produção de biodiesel que alimentará a frota de locomotivas, máquinas e equipamentos de grande porte da Vale.



Na reunião com representantes da Biopalma, a secretária de Meio Ambiente, Teresa Cativo, afirmou que, de acordo com as próprias diretrizes do governador Simão Jatene, um projeto desta natureza não pode deixar de ser priorizado no Estado e pelo órgão. Ela pediu mais um tempo para que sua equipe analise o projeto com mais profundidade, porém assegurou que isso acontecerá dentro do tempo apropriado. “Utilizar áreas degradadas para fins sustentáveis é um mecanismo excelente para recuperação e aproveitamento da floresta. Se não houver qualquer impedimento legal, podemos prosseguir imediatamente com esse processo”, garantiu.



O processo em questão é a proposta da empresa para um termo de compromisso ambiental com a Sema, que visa a regularização de imóveis rurais da Biopalma. Nessas áreas, a idéia é utilizar cerca de 15 mil hectares para o plantio de palma, que só pode ser feito com a autorização da secretaria.



O presidente da Federação da Agricultura do Pará (Faepa), Carlos Xavier, que também participou da reunião, concordou que é um passo importante para o Estado utilizar as áreas antropizadas, que correspondem a 24% do território paraense, ou seja, 30 milhões de hectares.

 
Fonte: Sema

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Mocajuba: Óleo de palma no Pará

A Petrobras Biocombustível assinou contrato de arrendamento de terreno para construção de viveiro de mudas de palma no município de Mocajuba (PA). As mudas serão utilizadas como matéria-prima na usina de biodiesel que será implementada no estado e que entrará em operação em julho de 2013.





O viveiro de mudas receberá 1,1 milhão de sementes de palma em dezembro de 2011, com colheita prevista para 2014. Cerca de 1.250 agricultores receberão mudas de palmas na região do Pólo do Dendê, nos municípios de Igarapé-Miri, Cametá, Mocajuba e Baião. Os agricultores familiares foram cadastrados e localizados para iniciar processo de regulação e obtenção do Cadastro Ambiental Rural (CAR).





A usina de biodiesel paraense custará US$ 330 milhões e terá capacidade de produção de 120 milhões de litros de biodiesel/ano para atender à região norte do país. A usina ainda terá dois complexos industriais de extração de óleo de palma com esmagadores e uma unidade de cogeração de energia elétrica.

Fonte: http://www.energiahoje.com/online/biocombustiveis/biodiesel/2010/08/06/415288/oleo-de-palma-no-para.html

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Mocajuba: BIOCOMBUSTÍVEL

Os técnicos do programa Pará Rural, do governo do estado, estão em Mocajuba para dar continuidade ao trabalho de campo necessário à regularização fundiária e ambiental para a implentação do Programa Nacional do Biodiesel no Estado do Pará.

È o BIODIESEL DE VENTO EM POPA!!!!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Mocajuba: arrendamento da Fazenda São Benedito

Iniciaram-se os  trabalhos de regularização fundiária e ambiental da Fazenda São Benedito que será arrendada para o Programa Nacional do Biodiesel em Mocajuba.



O processo de regularização  está ligado ao programa Pará-Rural do Governo do Estado.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Violência urbana: um fenômeno nas cidades pequenas. Em Mocajuba um sintoma de que a política local em "nada" mudou.

Na cidade de Mocajuba, isto é especialmente nefasto, pois altera o modo de vida da cidade que combinando com sua paisagem bela e pitoresca fazia deste recanto do universo um lugar ímpar para viver. Os assaltos a mão armada, roubos e latrocínios e até brigas de “gangues” atingindo pessoas inocentes (a exemplo do rapaz conhecido como “Garotão”, que saiu para comprar ovo e levou um tiro no sábado 31/10/2009) tornaram-se algo recorrente.
Um processo que se intensifica significativamente e expressa o descaso e o uso transloucado de recursos públicos, que apesar dos repasses de governo em outros níveis e da[red] famigerada criação da guarda não verifica-se mudança no quadro. Talvez isto se explique pelo uso pouco eficiente do recurso e da própria guarda munipal que se faz pautada em lógicas privatísticas, vaidades pessoais e pretensões eleitoreiras.


Segundo pesquisa do Sociólogo Argentino Julio Jacobo Waiselfisz, consultor da Organização dos estados Ibero-Americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI), as taxas de Homicídios, no período de 1999 a 2004, cresceram 0,8 % ao ano nas capitais e regiões metropolitanas, enquanto que no interior o crescimento superou 5,3%. O ranking da violência, ainda segundo estudos da (OEI), fez da pequena cidade de Colniza, no Mato Grosso, com 12.400 habitantes, a "capital nacional dos homicídios", com uma taxa de 165,3 assassinatos por 100 mil habitantes, a maior do Brasil.

A violência no Brasil está atingindo cada vez mais as cidades pequenas, como as micro cidades do baixo - tocantins.Ainda de acordo com o estudioso, tal crescimento nas taxas de homicídios das cidades do interior, possuem muitos motivos, como contrabando de armas e drogas, existência de organizações criminosas, mas, vem essencialmente do modelo de desenvolvimento que causa efeitos colaterais como o inchaço populacional das cidades. Na Amazônia, isto revela-se especialmente verdadeiro quando verfica-se que Belém e Manaus são marcadas pela hipertrofia concentrando grande parte da população regional. Isto, "somado" ao desemprego e, principalmente ao descaso governamental junto aos problemas elementares de qualquer cidadão, como saúde de qualidade, educação desde os primeiro anos de vida, e trabalho para todos, muitos indivíduos se vêem compelidos à criminalidade. Mas a repressão recente fez com que muitos criminosos mudassem para o interior onde a polícia estaria menos preparada ainda e a população cultivando hábitos que os expõe aos marginais. Assim migraram para o interior e no idos dos anos 2000 ainda, as cidades do baixo-tocantins sofreram muitas ações de criminosos como assaltos profissionais em bancos, casas lotéricas, prefeituras e etc. Mas nos últimos 07 anos aproximadamente, obervou-se uma mudança no perfil do criminoso e dos tipos de crimes e da violência na ciadade: a vilência puverizada e sistemática contra cidadãos comuns no dia-a-dia da cidade. Assaltos a mão armada, latrocínios, assaltos seguidos de estupro, e até bala perdida atingindo cidadãos comuns que mesmo em seu pior pesadelo, nunca imaginaram passar por tal situação.

Nestas, via de rega, o processo estrutural soma-se a omissão do poder público e transforma alguns municípios, como Mocajuba em “terra de ninguém”.
Na região do baixo-tocantins, diferente de muitas regiões observa-se o grande crescimento da violência tendo agentes fundamentais os jovens, filhos da cidade que “ partiram para o desespero” diante das impossibilidades de mobilidade social, da ausência de perspectivas.
Dizem muitos estudiosos que a desagregação familiar é dos elementos que estão relacionados á violência e marginalidade, outros apontam até a questão genética. No entanto, se tivéssemos possibilidades de efetiva inserção social para os pais de famílias de baixa-renda, e programas de educação e laser para os jovens. Poderíamos dizer que isolamos e superamos um fator, então diríamos que a violência e a margilidade teria outros fatores condicionantes.
Mas enquanto a lógica de apropriação dos recursos por um pequeno grupo de famílias com graves processos de desvios de recursos for a PRIORIDADE MÁXIMA E O FIM ÚLTIMO DOS GOVERNANTES LOCAIS, teremos o a reprodução de tais problemas.

sábado, 24 de outubro de 2009

O baixo-tocantins entra na revolução energética global com agricultura familiar...

As grandes motivações para a produção de biodiesel são os benefícios sociais e ambientais que esse novo combustível pode trazer. Contudo, em razão dos diferentes níveis de desenvolvimento econômico e social dos países, esses benefícios devem ser considerados diferentemente. No Brasil, os projetos do biodesel, carregam consigo a possibilidade efetiva de construcao da sustentabilidade para a agricultura familiar, gerando renda para populacoes rurais.

Em Mocajuba, este projeto deve operar um verdadeira revolucao e a regiao do baixo tocantins entra em novo tempo carregado de esperanca de contrucao de uma sociedade mais justa, assentada no uso sustentavel de seus recursos naturais.



Analisemos ponto a ponto

Benefícios sociais

O grande mercado energético brasileiro e mundial poderá dar sustentação a um imenso programa de geração de emprego e renda a partir da produção do biodiesel.

Estudos desenvolvidos pelos Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério da Integração Nacional e Ministério das Cidades mostram que a cada 1% de substituição de óleo diesel por biodiesel produzido com a participação da agricultura familiar podem ser gerados cerca de 45 mil empregos no campo, com uma renda média anual de aproximadamente R$4.900,00 por emprego. Admitindo-se que para 1 emprego no campo são gerados 3 empregos na cidade, seriam criados, então, 180 mil empregos. Numa hipótese otimista de 6% de participação da agricultura familiar no mercado de biodiesel, seriam gerados mais de 1 milhão de empregos.

Faz-se, a seguir, uma comparação entre a criação de postos de trabalho na agricultura empresarial e na familiar. Na agricultura empresarial, em média, emprega-se 1 trabalhador para cada 100 hectares cultivados, enquanto que na familiar a relação é de apenas 10 hectares por trabalhador.

A cada 1% de participação deste segmento no mercado de biodiesel, são necessários recursos da ordem de R$ 220 milhões por ano, os quais proporcionam acréscimo de renda bruta anual ao redor de R$ 470 milhões. Ou seja, cada R$ 1,00 aplicado na agricultura familiar gera R$ 2,13 adicionais na renda bruta anual, o que significa que a renda familiar dobraria com a participação no mercado de biodiesel. Os dados acima mostram claramente a importância de priorizar a agricultura familiar na produção de biodiesel.

A produção de oleaginosas em lavouras familiares faz com que o biodiesel seja uma alternativa importante para a erradicação da miséria no país, pela possibilidade de ocupação de enormes contingentes de pessoas. Na região semi-árida nordestina vivem mais de 2 milhões de famílias em péssimas condições de vida. A inclusão social e o desenvolvimento regional, especialmente via geração de emprego e renda, devem ser os princípios orientadores básicos das ações direcionadas ao biodiesel, o que implica dizer que sua produção e consumo devem ser promovidos de forma descentralizada e não-excludente em termos de rotas tecnológicas e matérias-primas utilizadas.

O Programa Fome Zero da Presidência da República criou o Bolsa Família, um programa de transferência de renda destinado às famílias em situação de pobreza. Os benefícios diretos concedidos pelo governo são de até R$ 95,00 mensais por família. Se essas famílias forem incluídas no programa de biodiesel, pode haver uma economia de US$ 18,4 milhões de subsídios diretos que deixarão de ser pagos através da geração de empregos.

Com isso, a substituição de 1% de diesel mineral por biodiesel, segundo o programa de inclusão social pelo uso do biocombustível do governo, gera uma externalidade positiva de quase US$ 100 milhões em emprego e renda, que deve ser comparada à renúncia tributária subsidiada para dar competitividade ao produto.


"Veja bem, meu amigo, a consciência é um orgão vital e não um acessório, como as amígdalas e as adenóides."(Martin Amis)

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